O homem, desde que começou a viver em grupo, teve a
necessidade de se comunicar. Depois da descoberta da escrita, sua aplicação no
papiro ampliou a capacidade de comunicação. Sempre em busca de novidade e ávido
por novas formas de comunicação, o homem utilizou durante muito tempo na
Antiguidade o papiro, que foi levado para a Ásia e Europa pelos mercadores,
porém acabou desaparecendo no século VIII devido ao bloqueio árabe no
Mediterrâneo. A alternativa a partir de 401 a.C. foi o pergaminho, porém “a
pele de carneiro” era muito cara. Difundido em II a. C. em Pérgamo, na Ásia
Menos, hoje Turquia, o pergaminho foi a opção do período. Mas o grande avanço
ocorreu no ano 105 com a descoberta do papel pelos chineses. A inovação foi
difundida no extremo Oriente, chegando a Coreia no século II e na Europa no
século XI, na Espanha, e no século XII, na Itália.
É difícil analisar os aspectos levando em consideração que
tudo isso ocorreu num outro período muito diferente do atual. Hoje, as mudanças
são muito mais rápidas. Mesmo assim, é possível dizer que todo esse histórico
foi fundamental para a comunicação e seus avanços. Com o papel, e na sequência,
a reprodução dos primeiros livros, o conhecimento pode ser compartilhado, fato
que hoje se percebe num simples clique.
Tudo foi válido, ainda mais levando em
conta que naquele período não existia telefone, correio, televisão e, muito
menos internet. Aliás, nem se imaginava que um dia poderíamos saber o que
acontece do outro lado do mundo de forma instantânea.
Então galera, dê uma espiada abaixo em um infográfico que
resume um pouco esta trajetória.
Agora um ensaio talvez mais moderno.
E para quem é ainda mais clean, uma outra versão.


