30/11/2012

Galera que gosta de fofoca não percam a última edição da BABADO. Você vai babar de tanta fofoca.
Foto: Google Imagens

29/10/2012

Um pouco da vida do Pai do Rádio, Landell de Moura, na estética da Folha de São Paulo.

21/09/2012

Caricatura


Olha aí a Dilma antes e depois do 3D


- Quando começou o jornal e o que significa a palavra?

O jornal impresso entrou para a história definitivamente quando a experiência tipográfica se somou à jornalística. Com a descoberta do papel, a escrita ganhou maior amplitude devido à edição dos livros. Daí até os jornais impressos foi um pulo significativo. Sem a associação de todos esses elementos o jornal impresso não teria surgido.

O jornal impresso surgiu por volta do ano 1600, um século e meio depois da descoberta da tipografia. Neste intervalo, somente os livros eram impressos tipograficamente e os jornais, feitos à mão. A tipografia realmente ajudou a multiplicar os jornais, mas, em sua essência, eles nada tem a ver com o invento. Sendo assim, a palavra jornal se transformou em vestimenta de ideias. Para COSTELLA (2002), jornal é “toda e qualquer publicação dotada de atualidade, periodicidade e variedade de matéria”. O autor destaca que existem outros tipos de jornais: o de rádio e o de televisão, por exemplo, que nada têm a ver com a tipografia.

Um exemplo curioso que ele traz é o Jornal de Poste, um periódico datilografado em folhas de papel com cópias feitas com carbono que era afixado em placas estrategicamente distribuídas na cidade. As manchetes eram escritas à mão. Esse tipo de jornal pode ser comparado hoje aos cartazes que são colocados em murais de escolas e empresas, e ainda comprovam sua eficácia pela agilidade e atualidade. Entretanto, se levarmos em consideração a evolução dos canais de comunicação podemos dizer que um Blog exerce o mesmo papel de uma maneira muito mais rápida e multiplicadora.

Já o Mural Romano se assemelha muito mais a “house organs”, como forma de prestar contas ao público afim sobre suas ações, compartilhando informações de interesse coletivo. Então, podemos nos arriscar a dizer que hoje ao invés do Jornal de Poste temos o “Face a Face”, e no lugar do Mural Romano o “News”.

A evolução do papel

O homem, desde que começou a viver em grupo, teve a necessidade de se comunicar. Depois da descoberta da escrita, sua aplicação no papiro ampliou a capacidade de comunicação. Sempre em busca de novidade e ávido por novas formas de comunicação, o homem utilizou durante muito tempo na Antiguidade o papiro, que foi levado para a Ásia e Europa pelos mercadores, porém acabou desaparecendo no século VIII devido ao bloqueio árabe no Mediterrâneo. A alternativa a partir de 401 a.C. foi o pergaminho, porém “a pele de carneiro” era muito cara. Difundido em II a. C. em Pérgamo, na Ásia Menos, hoje Turquia, o pergaminho foi a opção do período. Mas o grande avanço ocorreu no ano 105 com a descoberta do papel pelos chineses. A inovação foi difundida no extremo Oriente, chegando a Coreia no século II e na Europa no século XI, na Espanha, e no século XII, na Itália.

É difícil analisar os aspectos levando em consideração que tudo isso ocorreu num outro período muito diferente do atual. Hoje, as mudanças são muito mais rápidas. Mesmo assim, é possível dizer que todo esse histórico foi fundamental para a comunicação e seus avanços. Com o papel, e na sequência, a reprodução dos primeiros livros, o conhecimento pode ser compartilhado, fato que hoje se percebe num simples clique. 

Tudo foi válido, ainda mais levando em conta que naquele período não existia telefone, correio, televisão e, muito menos internet. Aliás, nem se imaginava que um dia poderíamos saber o que acontece do outro lado do mundo de forma instantânea.

Então galera, dê uma espiada abaixo em um infográfico que resume um pouco esta trajetória.



Agora um ensaio talvez mais moderno.



E para quem é ainda mais clean, uma outra versão.


14/09/2012

Repórteres de Guerra



O filme “Repórteres de Guerra”, que assistimos no Ciclo Semana da Fotografia no UCS Cinema, no dia 17 de agosto, serviu para refletir sobre a prática do jornalismo sob as lentes de um fotógrafo. Justamente por retratar uma história real e mostrar como uma boa imagem pode contar ao mundo o que acontece em qualquer lugar do planeta, ele já assume um papel de extrema importância no meio da comunicação. A ética que permeia o ambiente ressalta aos olhos de quem assiste quando, especialmente, as fotos expõem a extrema violência e brutalidade vividas na África do Sul, após o fim do regime de Apartheid South Africa. É uma exposição que choca, porém denuncia. O grupo de jovens repórteres de guerra – Greg Marinovich, João Silva, Kevin Carter e Ken Oosterbroek – tornam-se amigos, mas acima de tudo cúmplices no compromisso de contar a verdade ao mundo. Eles arriscam suas vidas para eternizar em imagens as cenas brutais. Marinovich e Carter foram os únicos a ganhar o Prêmio Pulitzer de Jornalismo. No entanto, isso tudo nos faz refletir se tudo vale a pena por uma boa foto. Até que ponto a segurança deve estar acima do trabalho? O fotógrafo deve ou não interferir na notícia? Existe limite para o fotojornalismo?